As Feiras em São Paulo

a solução na segmentação

A época das grandes feiras em São Paulo,parece que está chegando ao fim. O preço dos grandes espaços de exposição encarecem o  preço dos stands.Além disso a hospedagem e o transporte para São Paulo tem altos custos. Algumas feiras como a Francal tem acordos em parceria com hotéis,prevendo custos mais baixos para os lojistas,mas a verdade é que a situação do país exige custos menores,com espaços menores.


Além do mais,com a necessidade urgente de exportação,as empresas tem preferido fazer investimentos em feiras internacionais como na Colômbia ,ou Panamá,que recebem compradores do mundo inteiro.Assistimos nesta última estação,com a ausência da Première Brasil, o convite das tecelagens para mostras nos próprios show-rooms das marcas.Cada marca fez a sua própria feira em particular.......


Ao mesmo tempo que as grandes feiras tem problemas em São Paulo, crescem as feiras regionais em todo o Brasil,pela facilidade dos espaços e proximidade com os compradores, Temos percebido o crescimento de feiras regionais como a Fenin Sul,as feiras de Lingerie que vão atrás dos seus clientes,no sul e no nordeste.


Em São Paulo,a tendência é para as feiras  mais segmentadas, que  funcionam em hotéis e em espaços alternativos e geralmente procuram o consumidor e não o lojista,como é o caso do segmento Noivas ,que tem várias feiras em vários lugares de São Paulo.Quando se trata de feira para lojistas,o problema aparece: o custo de deslocamento e hospedagem em São Paulo dificultam a vinda de compradores.


Diaulas Novaes,o editor



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